ESSE POST NA REALIDADE É UMA CARTA QUE ESCREVI PARA ENTREGAR PARA A DIRETORA DO HOSPITAL QUE O DANI ESTAVA INTERNADO, DEPOIS DESISTI DE ENTREGAR NÃO IA ADIANTAR NADA MESMO... VEJAM OS ABSURDOS QUE ACONTECEU COM ELE NESSE HOSPITAL E OLHA QUE DIZER SER UM DOS MELHORES DA CIDADE...
ABSURDOS QUE ACONTECERAM COM MEU ANJO NA ÚLTIMA UTI
VERDADEIRA HISTÓRIA DE UMA UTI CONCEITUADA DE UM DOS MELHORES HOSPITAIS DA CIDADE AQUI CONTO TUDO O QUE ACONTECEU COM MEU FILHO.DESISTI DE PROCESSAR PORQUE A CORDA SEMPRE ESTOURO DO LADO DOS MAIS FRACOS, ESSA CARTA QUE VOU COLOCAR EU ESCREVI PARA ENTREGAR PARA A DIRETORA DO HOSPITAL, MAS NEM ENTREGUEI , POIS TAMBÉM NÃO VALE A PENA, SÓ QUERO QUE VEJAM TUDO QUE APRONTARAM COM O MEU FILHINHO , ATÉ O DIA EM QUE O INFELIZ DO MÉDICO DEU O REMÉDIO QUE MATOU O DANI, E MAISDE UM ANO DEPOIS MINHA REVOLTA CONTINUA E VOU MORRER COM ELA, MAS NÃO TENHO O QUE FAZER.
Prezada Dª ....,Tendo em vista a alta consideração que lhe tenho, me sinto na necessidade de agradecê-la por toda a sua atenção para com o meu filho Daniel. Também me sinto no dever de lhe comunicar alguns fatos que presenciei, na UTI pediátrica e no próprio hospital, cujas situações, tenho certeza absoluta, não são do seu conhecimento.Tópico 1: Quero falar a respeito da equipe de enfermagem que, sem dúvida, conta com excelentes profissionais, no entanto, alguns não tão bons assim. Meu filho foi vítima de pelo menos dois episódios dessa natureza, sendo que em um deles, o diretor da UTI Dr ......... pode comprovar pois, estava junto comigo: eu estava conversando com ele, e havia deixado o Daniel aos cuidados da técnica ........, da parte da manhã, quando voltamos meu filho estava sozinho, com a tráqueo desconectada, passando muito mal e se debatendo, sem ar, a saturação já em 75 % o aparelho apitando e ninguém perto para socorrer ele, o que considero uma falha muito grande da enfermagem.
O que aconteceu, eu não sei, e responsabilidade de quem, também não sei; só sei que é uma falha imperdoável. Outra observação quanto à equipe de enfermagem da parte da manhã: algumas técnicas são tão sisudas, que até da medo ao ver o tratamento que dispensam aos pacientes e acompanhantes, uma frieza sem tamanho, por outro lado nota mil para a técnica Dora. Quanto aos outros turnos não tenho nada que as desabone, muito pelo contrário, todas trabalham com a maior boa vontade e dá para perceber que além da ética, que é indispensável, desempenham com muito carinho suas funções.Tópico 2: Quanto aos médicos, houveram sérias situações que inclusive já foram discutidas com o diretor clínico, entretanto acho que devo lhe por a par dos acontecimentos.Daniel foi vitima de muitos erros médicos, inclusive o fatal que acabou com a sua vida!
Quando ele ainda estava entubado, antes de fazer a traqueostomia, o médico Dr. ..........................extubou meu filho sem tirar a sedação, então, obviamente, ele não conseguiu respirar sem o aparelho e precisou ser colocado no tubo novamente. Entendo que sou desprovida de conhecimentos que a equipe médica possui, no entanto, a pessoa mais laica no assunto poderia dizer que o sedativo precisaria ser retirado antes do tubo, e que caso contrário ele não iria respirar sozinho. Será que a equipe não se atentou para este fato antes do procedimento? Ou será que não há controle das medicações ministradas aos pacientes? Num outro momento, eu constantemente perguntava para os médicos como estava a dosagem do anticonvulsivante dele, sempre fui informada que a dosagem estava de acordo com os parâmetros ideais. Um dos profissionais que me afirmou sobre esta informação foi o Dr. ...................., porém a dosagem não estava boa, uma vez que fora do tubo e da sedação, ele voltou a convulsionar e assim, pela segunda vez precisou voltar ao tubo. Pude constatar mais tarde a informação sobre a dosagem do anticonvulsivante, quando fui até o laboratório e indaguei sobre estes resultados, e então vi que a dosagem estava equivalente a menos do mínimo permitido para resultado eficaz da medicação.
Dias mais tarde, eu imaginava que a hemoglobina dele estava baixa, dado à coloração da pele, então, pedi para a Dra ..................fazer um hemograma, mas a mesma se recusou a fazer, embasada na teoria de que não deve pedir exames “apenas porque os pais querem”. Quando trocou o plantão, pedi novamente para a Dra ......., que solicitou o exame; a hemoglobina dele estava muito baixa, e tão logo vi o resultado pela internet, liguei imediatamente para Uti a médica, que ainda não tinha o resultado do exame, não sei se foi porque o laboratório não havia disponibilizado ou sei lá porque motivo, ela não havia visto, já eram 22:30 quando liguei.Se eu ficar aqui narrando todos os erros que foram cometidos com o meu filho e com outras crianças que também vi, vão ser muitos, então prefiro me ater por aqui e, por último descrever o erro mais grave de todos, que custou a vida do meu filho.
Ele estava com uma diarréia crônica a quase um mês, com culturas positivas DA bactéria E.Coli enteropatôgenica do grupo B, e decidiram por não tratar, mesmo após 5 dias de febre consecutivos, não medicaram, até ai o Dr DIRETOR DA uti me explicou que a conduta dele é não tratar até que a bactéria seja diagnosticada no sangue. Até a alimentação dele quiseram mudar dizendo que podia ser causa da diarréia, só que ele não estava com alergia ao leite que tomou a vida inteira, mas sim com uma bactéria. Aparentemente a equipe se recusava a crer na realidade e procurava problemas inexistentes afim de justificar o quadro em evolução. No dia 3 de Novembro - sábado - o mesmo Dr. QUE MATOU MEU FILHO disse que ia dar um remédio para cortar a diarréia, passando pela ordem do seu superior, que era a de não tratar a diarréia. Perguntei a ele se era antibiótico, pois o meu filho era alérgico a determinados medicamentos. Ele me tranqüilizou dizendo que o remédio era para tentar cortar a diarréia. Vale ressaltar que até este momento, o Daniel estava com febre e diarréia, no entanto o quadro os batimentos cardíacos não passavam de 150 bpm, mesmo com 39º de febre.
Poucos instantes depois que foi dado esse medicamento, os batimentos dele subiram para 220, seu abdômen ficou distendido e duro,como um pedaço de pau e não evacuou mais. Eu já estava em casa e minha mãe com ele no hospital, porque nunca o deixamos só um só dia sequer. Quando li a bula do medicamento, vi que este podia ter sérias reações (na bula cita o caso de uma criança de dez meses que veio a óbito por impactação intestinal, bem como explica que não se deve ser ministrado em casos de diarréia aguda, como era o do Daniel) e nesse momento liguei implorando para que o Dr....não desse a segunda dose do remédio, sinalizando que a piora dos batimentos podia ser relacionada ao medicamento, mas este limitou-se apenas a recusar minha argumentação e deu a segunda dose. A partir daí, o intestino dele paralisou de vez e ele entrou em choque não saindo mais. No domingo, dia 4, evoluiu para três paradas cardíacas e permanceu em choque durante a semana, só piorando, e na quinta, dia 8, teve outras duas paradas sendo que a esta ele não resistiu. Vale ressaltar então, nesse momento, minha indignação quanto à postura do profissional que estava trabalhando no momento da medicação e ainda sobre o descaso com que minha opinião foi tratada, quando aparentemente o médico desconhecia os efeitos que poderiam ser causados pelo remédio.
Seguem abaixo trechos retirados do Código de Ética Médica:CAPÍTULO V - RELAÇÃO COM PACIENTES E FAMILIARESÉ vedado ao médico:Art. 56 - Desrespeitar o direito do paciente de decidir livremente sobre a execução de práticas diagnósticas ou terapêuticas, salvo em caso de iminente perigo de vida.CAPÍTULO IV - DIREITOS HUMANOSÉ vedado ao médico:Art. 46 - Efetuar qualquer procedimento médico sem o esclarecimento e o consentimento prévios do paciente ou de seu responsável legal, salvo em iminente perigo de vida.Portanto, à partir do momento que eu pedi para não dar a segunda dose do medicamento, ele teria por obrigação ética ter me atendido, e eu não precisava nem ter ligado, era obrigação dele como médico verificar que aconteceu algo errado após a primeira dose.Outra coisa que não concordei e não concordo, foi com o atestado de óbito, pois colocaram todos os problemas dele como causa da morte, sendo que não foi isso. Até a Hepatite C foi inclusa como causa morte, porém existem exames com provas evidentes que o fígado dele não estava inflamado, então, devo concluir que o atestado é incorreto, irreal.
Também está no código :CAPÍTULO X - ATESTADO E BOLETIM MÉDICO É vedado ao médico:Art. 116 - Expedir boletim médico falso ou tendencioso.Meu filho não morreu, ele foi morto nesse hospital. Ainda sobre médicos, acho inadmissível médicos que são fumantes, ainda mais em uma UTI pediátrica. O Dr. .........................tosse constantemente e não usa máscara, e ainda sai e 20 em 20 minutos para fora da UTI para fumar, isso é um absurdo.Sem mais, certa de que a senhora, uma profissional extremamente ética e responsável, analisará os fatos e agirá de acordo com sua conduta respeitável, tomando as medidas necessárias para que tais situações não voltem a acontecer, pois sei que meu filho não será trazido de volta, mas outras crianças podem ser poupadas do mesmo destino.Atenciosamente
Gislene
OMITI OS NOMES DOS MÉDICOS E DO HOSPITAL POR QUESTÃO DE ÉTICA POIS É MINHA PALAVRA CONTRA A DELES E NÃO QUERO MAIS DESGASTE EMOCIONAL DO QUE O QUE EU JÁ TENHO, MAS SE EXISTE UM DEUS OS CULPADOS SERÃO PUNIDOS.

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